sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Dia 23 de Outubro de 2009, às 21:33.

Dia 23 de Outubro de 2009, às 14:27.

Um bouquet de rosas vermelhas, ainda grudadadas no chão.

Estou romântica ultimamente, sabe?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Dia 22 de Outubro de 2009, às 15:11.

Não que eu goste tanto assim de cinema, mas esses são os melhores filmes de todos os tempos.



Pisicose.

Melinda e Melinda.

Candy.

A Laranja Mecânica.

Dia 22 de Outubro de 2009, às 14:10.

Para ser sincera, eu sinto sua falta.
Para ser sincera, é mentira.

Ps: Estou pensando sériamente em largar isso aqui.
Ps¹: Jesus, não consigo abrir essa página sem passar uns quinze minutos olhando e babando no Patrick!
Ps²: Não posso ver uma imagem de flores sem sentir vontade e sem fazer um Layout novo!
Ps³: Não deveria ter comido dois pastéis com os piás hoje. Definitivamente não deveria.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Dia 21 de Outubro de 2009, às 16:39.

Meus dias tem sido alternados.

Ruim
Péssimo
Melhor
Horrível
Melhor
Ruim

Eu não vou ceder.
Eu sei que não existe, mas sei também que acho que está acontecendo comigo.
Não quero.

Na verdade, deve ser só mais uma ilusão.

Dia 21 de Outubro de 2009, às 16:37.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Dia 20 de Outubro de 2009, às 23:23.

Quero abraçar alguém.

Gordo, de preferência.

Obrigada.

Dia 20 de Outubro de 2009, às 14:59.

Eu escrevo pecados, não tragédias.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Dia 19 de Outubro de 2009, às 15:27.

A faca entra.
A faca sai.

Um,
Dois,
Três.

Números nunca fizeram sentido.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Dia 29 de Setembro de 2009, às 14:51.

Por alguma razão (desconhecida) os meus questionamentos estão estacionando na minha garganta, e morrendo sem resposta.

Mais uma coisinha para anotar: Preciso ser mais corajosa.
Afinal de contas, se somos tão iguais, não pode ser tão ruim assim.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Dia 28 de Setembro de 2009, às 14:53.

Então é isso. Estou mudando de casa e, até me ajeitar por lá, ficarei sem internet. (Algo de duas ou três semanas). Até lá, sem meus posts Low Vibe's e sem o meu Amargor Adolescente, como diz o Maicon.

Cuidem-se, até breve.

sábado, 26 de setembro de 2009

Dia 26 de Setembro de 2009, às 16:26.

- Vamos lá, me dê uma chance para mostrar que tenho.
- Tem o que?
- Um coração.

Ah, mas isso já faz dois anos.

Dia 26 de Setembro de 2009, às 14:11.

- Você sabe que o amor não passa de uma reação química no cérebro causada por um pico de Feniletilamina, não sabe?
- (Confuso) Você está dizendo que não existe amor de verdade? Que está tudo na nossa cabeça?
- Estou dizendo que ninguém ama ninguém. As pessoas se atraem umas às outras e formam pares devido ao nosso instinto de reprodução. Mas essa atração não dura muito. Assim como acontece com as drogas, o corpo desenvolve tolerância à Feniletilamina e, no fim, a atração que você um dia sentiu pelo seu parceiro diminui. É tudo perfeitamente natural. É possível obter a mesma quantidade de Feniletilamina, um estimulante que a mente anseia, tanto ingerindo grandes quantidades de chocolate quanto, abre aspas, se apaixonando, fecha aspas.
- Então para você não existe amor romântico?
- Acredito que acabei de dizer exatamente isso.
- Devido ao grande período que você passou estudando o assunto?
- Devido à minha própria experiência pessoal, sim. E às relações ao redor que observei.

Só não queria me enrolar tanto para dizer Feniletilamina.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Dia 25 de Setembro de 2009, às 17:09.

Ela conhecia Palahniuk, Burgess e Wallace. Sabia falar, sabia sorrir. Sabia conversar e contar piadas (sem graça). Sabia fazer os outros sorrirem também. Sabia cortar seu cabelo sozinha, sabia xingar em polonês.

O que ela não sabia era o motivo de, ao final de cada dia, ver seus olhos embaçarem com aquelas lágrimas chatas e sem muito motivo, que cismavam em aparecer.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Dia 24 de Setembro de 2009, às 16:35.

O piso de tacos, fazendo um barulhinho gostoso quando a gente pisa.
O café esquentando, o abraço macio.
O céu cinza, a garoa.
O andar apressado das pessoas, os guarda chuvas coloridos.

Tocando (baixinho) Vinicius de Morais.
Carregando aqueles livros pesados, de capas duras e palavras transbordantes. Um sorriso qualquer e qualquer palavra.
Qualquer coisa.

Deveria ser assim.