"Parece que morri e dei respawn no inferno".
"Todas as vezes em que eu penso que as coisas vão ficar boas as buscas começam a dar miss".
"'tou cansada de ficar realocando espaço para os problemas que insistem em surgir na minha vida e ter que ficar definindo prioridade para saber com qual vou lidar primeiro".
(As vezes eu me arrependo de ter um blog com o título baseado em uma música d'uma banda chamada Antsy Pants. Sério, amigos, onde diabos eu estava com a cabeça?)
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sábado, 9 de março de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
--
"... Não, sério. Pra mim é tudo culpa do Peanuts e do ideal que ele construiu ao projetar todas as expectativas do Charlie Brown na guriazinha ruiva. E, sério mesmo, eu achava ela meio cuzona. Mais que a Lucy."
(De vez em quando eu arranjo justificativas nada plausíveis para explicar toda a tara massificada que os homens tem).
(E Peanuts também explicaria a minha até agora inexplicável tara por caras tocando piano, mas isso é outro assunto, totalmente diferente, e que jamais será abordado em público).
(De vez em quando eu arranjo justificativas nada plausíveis para explicar toda a tara massificada que os homens tem).
(E Peanuts também explicaria a minha até agora inexplicável tara por caras tocando piano, mas isso é outro assunto, totalmente diferente, e que jamais será abordado em público).
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
--
"Marjorie, 'cê fica aí chorando por causa dessas pessoas... Elas não sabem nem quem é Truffaut".
Pior é que não sabem.
(Não que isso realmente importe).
"Agora pare de ficar aí chorando igual uma idiotona. Você está pior que o Max Fischer depois que foi expulso da academia Rushmore".
Pior é que não sabem.
(Não que isso realmente importe).
"Agora pare de ficar aí chorando igual uma idiotona. Você está pior que o Max Fischer depois que foi expulso da academia Rushmore".
Despite all my rage...
... I am still just a rat in a cage.
Someone will say what is lost can never be saved.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
--
"Ah, deixa eu pegar o disco mais novo do Yeah Yeah Yeah's. Yeah Yeah Yeah's é sempre bom."
"Caramba, cadê esse CD? Não tenho aqui? O mais recente é esse de 2007-- Pera, o disco novo é o de 2007."
"Seis anos. Cacilda."
"'tou medindo o meu tempo de vida pelos discos do Yeah Yeah Yeah's. Quão indie eu sou por isso?"
"Caramba, cadê esse CD? Não tenho aqui? O mais recente é esse de 2007-- Pera, o disco novo é o de 2007."
"Seis anos. Cacilda."
"'tou medindo o meu tempo de vida pelos discos do Yeah Yeah Yeah's. Quão indie eu sou por isso?"
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Weezer
Why bother
It's gonna hurt me
It's gonna kill when you desert me
O Morrissey poderia ter escrito isso!
___
Eu sempre-sempre cantei o refrão de "Across the sea" como "I've got your letter/ You've got my heart" ao invés de "You've got my song". Engraçado, né?
__
Aquele momento estranho em que você nota que viveu "No Other One" em loop.
Por anos.
__
O que não muda em nada de que, agora, 'tou vivendo "El Scorcho".
I'm a lot like you so please
Hello I'm here, I'm waiting
I think I'd be good for you
And you you'd be good for me
It's gonna hurt me
It's gonna kill when you desert me
O Morrissey poderia ter escrito isso!
___
Eu sempre-sempre cantei o refrão de "Across the sea" como "I've got your letter/ You've got my heart" ao invés de "You've got my song". Engraçado, né?
__
Aquele momento estranho em que você nota que viveu "No Other One" em loop.
Por anos.
__
O que não muda em nada de que, agora, 'tou vivendo "El Scorcho".
I'm a lot like you so please
Hello I'm here, I'm waiting
I think I'd be good for you
And you you'd be good for me
E ainda me vem o Rivers dizendo que o Pinkerton foi um erro.
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Reflexões sobre os últimos dois meses
Ou: "Sério mesmo, só dois meses?", "Provavelmente os dois meses mais felizes da minha vida", "Esse quentinho no coração é a pinga ou é o amor?"
Aí 'cê resolve parar e elucubrar sobre o que teria acontecido se você tivesse ido discotecar naquele bar, se você tivesse aceitado sair para beber com seu ex-professor de filosofia manco com tendências misândricas, o que teria acontecido se você tivesse dito "não" quando seu ex-namorado mala te chamou para sair pela primeira vez. O que teria acontecido se você tivesse ido para um show com o cara de Manaus, o que aconteceria se vocês tivessem se vestido de macaco e o que aconteceria se isso fizesse algum sentido. O que aconteceria se você não tivesse comido beterraba estragada naquele fim de semana, o que aconteceria se você realmente tivesse montado uma banda de rock-folk-experimental, que mixava Zeca Baleiro e Chico Science em umas batidas de dubstep e violino clássico, com aquele cara que você conheceu na internet e como sua vida estaria bosteada se você não tivesse resolvido almoçar com aquele seu amigo bacanérrimo - porém meio estranho - em um dia gelado e triste.
Daí você pensa sobre isso durante horas e chega a conclusão de que nada do que aconteceu importa p'r'o agora. Porque, se agora você está feliz de verdade, nesse universo e não só em suposições quânticas, é o que vale. Porque talvez todas as noites em que você dormiu chorando, odiando o mundo e murmurando frases desconexas de músicas dos Smiths tenham tido um propósito.
E talvez você só seja o que é hoje por ter tropeçado. Afinal de contas, como diabos em saberia que intoxicação alimentar dói tanto e que seu amigo bacanérrimo - mas meio estranho - te apresentaria o cara mais sensacional da galáxia? E, fala sério, sorte sua não ter montado uma banda mixando Zeca Baleiro, dubstep. Isso não teria como dar certo, definitivamente.
(E a única música dos Smiths que eu murmuro agora é aquela sobre o que aconteceria se um ônibus de dois andares batesse no nosso carro e sobre como essa seria uma maneira celestial de morrer. Mas eu só faço isso porque acho a letra e o ritmo bonitinhos e porque o Tom gosta dessa música. O Tom, sabe o Tom? O Tom Hansen, aquele que o Joseph Gordon-Levitt interpretou? Sério mesmo, não se preocupe. Eu juro que não quero morrer assim. Juro que não sou tão creepy. Talvez só um pouquinho).
Aí 'cê resolve parar e elucubrar sobre o que teria acontecido se você tivesse ido discotecar naquele bar, se você tivesse aceitado sair para beber com seu ex-professor de filosofia manco com tendências misândricas, o que teria acontecido se você tivesse dito "não" quando seu ex-namorado mala te chamou para sair pela primeira vez. O que teria acontecido se você tivesse ido para um show com o cara de Manaus, o que aconteceria se vocês tivessem se vestido de macaco e o que aconteceria se isso fizesse algum sentido. O que aconteceria se você não tivesse comido beterraba estragada naquele fim de semana, o que aconteceria se você realmente tivesse montado uma banda de rock-folk-experimental, que mixava Zeca Baleiro e Chico Science em umas batidas de dubstep e violino clássico, com aquele cara que você conheceu na internet e como sua vida estaria bosteada se você não tivesse resolvido almoçar com aquele seu amigo bacanérrimo - porém meio estranho - em um dia gelado e triste.
Daí você pensa sobre isso durante horas e chega a conclusão de que nada do que aconteceu importa p'r'o agora. Porque, se agora você está feliz de verdade, nesse universo e não só em suposições quânticas, é o que vale. Porque talvez todas as noites em que você dormiu chorando, odiando o mundo e murmurando frases desconexas de músicas dos Smiths tenham tido um propósito.
E talvez você só seja o que é hoje por ter tropeçado. Afinal de contas, como diabos em saberia que intoxicação alimentar dói tanto e que seu amigo bacanérrimo - mas meio estranho - te apresentaria o cara mais sensacional da galáxia? E, fala sério, sorte sua não ter montado uma banda mixando Zeca Baleiro, dubstep. Isso não teria como dar certo, definitivamente.
(E a única música dos Smiths que eu murmuro agora é aquela sobre o que aconteceria se um ônibus de dois andares batesse no nosso carro e sobre como essa seria uma maneira celestial de morrer. Mas eu só faço isso porque acho a letra e o ritmo bonitinhos e porque o Tom gosta dessa música. O Tom, sabe o Tom? O Tom Hansen, aquele que o Joseph Gordon-Levitt interpretou? Sério mesmo, não se preocupe. Eu juro que não quero morrer assim. Juro que não sou tão creepy. Talvez só um pouquinho).
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
500 dias
E só então você nota que não é Summer.
É Tom.
(E Autumn 'tá aí).
É Tom.
(E Autumn 'tá aí).
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Rawr rawr rawr
Esses dias eu estava triste, chutando pedrinhas na rua, e uma guriazinha, de pouco menos de seis, sete anos, sorriu para mim.
Eu já fui como essa guriazinha.
Um dia essa guriazinha vai ser como eu.
A vida nem sempre é justa.
Eu já fui como essa guriazinha.
Um dia essa guriazinha vai ser como eu.
A vida nem sempre é justa.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
That awkward moment
... Onde 'cê descobre que tem gente chegando no seu blog por buscar a frase "Como falar "quero te beijar " em turco" no Google.
Olha, amigo, sei não. Mas eu sugiro ir com calma porque, né, vai saber.
Olha, amigo, sei não. Mas eu sugiro ir com calma porque, né, vai saber.
domingo, 13 de janeiro de 2013
Da iluminação momentânea
Aí 'cê 'tá quentinha assistindo anime e se pega notando que dia 21 já tem aula -- e prova - e que você não estudou nada. Nada do Assembly do Wagner, nada de Bioquímica, nada do vergonhoso Alg. Nada de nada.
O pensamento então recorre ao começo de 2011.
"Ah, se nada der certo eu viro cisne negro".
(Viro nada. Falta competência para isso também).
O pensamento então recorre ao começo de 2011.
"Ah, se nada der certo eu viro cisne negro".
(Viro nada. Falta competência para isso também).
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
Essa coisa.
Essa coisa de alma gêmea.
Eu sei que ela existe pois tem gente que, quando se abraça, faz parecer que os corpos atrapalham.
('tou aqui fazendo figas para notar ao te encontrar, querida alma gêmea!)
Eu sei que ela existe pois tem gente que, quando se abraça, faz parecer que os corpos atrapalham.
('tou aqui fazendo figas para notar ao te encontrar, querida alma gêmea!)
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
Fala-falange.
Fala em espanhol comigo.
Fala comigo em alemão.
Me diz algo em inglês,
eu entendo uma ou outra palavra em polonês,
francês.
Eu sei termos em grego e latim.
Fala comigo, fala.
Fala.
Fala, e deixa.
Deixa suas falanges,
as proximais e as distais,
teus metacarpos,
teu corpo,
coladinho ao meu.
Fala comigo em alemão.
Me diz algo em inglês,
eu entendo uma ou outra palavra em polonês,
francês.
Eu sei termos em grego e latim.
Fala comigo, fala.
Fala.
Fala, e deixa.
Deixa suas falanges,
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quarta-feira, 11 de abril de 2012
Anatomia Humana Sistêmica. Ou sistemática.
A professora doutora de anatomia fala.
Fala, fala e não para.
(Em momento algum, mesmo sem voz).
E aí ela diz que ao caminhar, o primeiro e o último passos são voluntários de controle consciente, mas os outros não. Os outros são de controle neural inconsciente. Os músculos se contraem, mesmo que não notemos.
Ela continua a falar.
Fala, fala e não para.
E eu só fico a pensar que deve ser mais ou menos a mesma coisa com o amor.
Meu coração, que é totalmente inconsciente, bate involuntário.
Meu coração, que é totalmente inconsciente, bate involuntário.
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terça-feira, 10 de abril de 2012
Cheiro.
Cheira.
Sustenta seu vício.
Cheira, funga, respira.
O cheiro do casaco dele.
Sustenta seu vício.
Cheira, funga, respira.
O cheiro do casaco dele.
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
~
- Mas sabe, meu bem, talvez os melhores sonhos sejam aqueles que a gente não lembra. Começam sonhos, terminam sonhos. Aqueles, que você consegue lembrar talvez no máximo como uma sensação, mas não como uma lembrança concreta. Aqueles que, no momento em que você abre os olhos, se perdem, dispersam-se como fumaça e vão embora. Mesmo que você não lembre. Mesmo que você não saiba. Nós sonhamos todas as noites. Mas só acordamos alegres em algumas manhãs.
- Mas eu queria sonhar com você.
- Mas eu queria sonhar com você.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Do cotidiano.
Eu estava apressada.
Dia cinza, chuvoso, gelado. Correria de um lado para o outro. Só mais um médico. Só mais uma consulta. Só mais um resultado. O último (do dia).
E eu só queria pegar meu café quentinho e ir embora dali. Meu casaco comprido (não demais. Um pouco acima dos joelhos, bom para esquentar) totalmente molhado. O guarda chuva vermelho aberto, a sapatilha cheia d'água. E eu correndo.
A bolsa pendia no ombro, despreocupada, escorregando, enquanto eu lutava para manter a sombrinha sobre a cabeça, enquanto esforçava-me para manter o café tampado. Ele cozinhava meus dedos, porém meu corpo era gelado.
E meu coração era quente.
Foi quando aquelas duas moças me pararam. A mais nova, que não deve somar mais de vinte anos no RG, desfilava uma barriga enorme. Com um bebêzinho se formando, lá dentro. Estava com as mãos geladas, estava na chuva. E estava grávida. A mais velha, deveria ser a mãe, futura avó, estava com um papel em mãos. Perguntou-me sobre o endereço de uma rua. Franzi a testa ao afirmar que o endereço ficava a mais de três quilômetros dali. "Minha senhora, estamos quase na Praça do Japão. Este bairro aqui chama-se Batel. Vocês precisam ir até o centro." Emparelharam-se, abrigando-se da chuva. "Mas é tão longe assim, moça?". Senti um incômodo. Era muito longe. Estava frio. Estava chovendo. "É bastante longe sim. Calculo uns três, quatro quilômetros." "E a Rui Barbosa, é aqui perto?". Não era. Era ainda mais longe. "É longe sim. Faz o seguinte, desce mais umas duas quadras e pega um ônibus até lá. É um amarelinho. Nessas horas vocês conseguem ir sentadas!". Elas se entreolharam e sorriram. Me agradeceram ainda meio tímidas. Eu já estava encharcada. Meus ombros escorriam água. Meu café estava frio. "Obrigada, mocinha. Que Deus te abençoe." "Vão com Deus e se cuidem com essa chuva!" "Obrigada, querida! Que você tenha um feliz natal e todos os seus desejos se realizem." Elas viraram e atravessaram a rua. Eu ajeitei os óculos e corri para aproveitar o sinal de pedestres aberto.
Meu corpo era gelado.
E meu coração era muito, muito quente.
Dia cinza, chuvoso, gelado. Correria de um lado para o outro. Só mais um médico. Só mais uma consulta. Só mais um resultado. O último (do dia).
E eu só queria pegar meu café quentinho e ir embora dali. Meu casaco comprido (não demais. Um pouco acima dos joelhos, bom para esquentar) totalmente molhado. O guarda chuva vermelho aberto, a sapatilha cheia d'água. E eu correndo.
A bolsa pendia no ombro, despreocupada, escorregando, enquanto eu lutava para manter a sombrinha sobre a cabeça, enquanto esforçava-me para manter o café tampado. Ele cozinhava meus dedos, porém meu corpo era gelado.
E meu coração era quente.
Foi quando aquelas duas moças me pararam. A mais nova, que não deve somar mais de vinte anos no RG, desfilava uma barriga enorme. Com um bebêzinho se formando, lá dentro. Estava com as mãos geladas, estava na chuva. E estava grávida. A mais velha, deveria ser a mãe, futura avó, estava com um papel em mãos. Perguntou-me sobre o endereço de uma rua. Franzi a testa ao afirmar que o endereço ficava a mais de três quilômetros dali. "Minha senhora, estamos quase na Praça do Japão. Este bairro aqui chama-se Batel. Vocês precisam ir até o centro." Emparelharam-se, abrigando-se da chuva. "Mas é tão longe assim, moça?". Senti um incômodo. Era muito longe. Estava frio. Estava chovendo. "É bastante longe sim. Calculo uns três, quatro quilômetros." "E a Rui Barbosa, é aqui perto?". Não era. Era ainda mais longe. "É longe sim. Faz o seguinte, desce mais umas duas quadras e pega um ônibus até lá. É um amarelinho. Nessas horas vocês conseguem ir sentadas!". Elas se entreolharam e sorriram. Me agradeceram ainda meio tímidas. Eu já estava encharcada. Meus ombros escorriam água. Meu café estava frio. "Obrigada, mocinha. Que Deus te abençoe." "Vão com Deus e se cuidem com essa chuva!" "Obrigada, querida! Que você tenha um feliz natal e todos os seus desejos se realizem." Elas viraram e atravessaram a rua. Eu ajeitei os óculos e corri para aproveitar o sinal de pedestres aberto.
Meu corpo era gelado.
E meu coração era muito, muito quente.
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domingo, 25 de julho de 2010
Vida presa em um loop de dias vazios.
x
Vou vender ela no Mercado Livre. "Pouco danificada".
x
"Eu quero saber, qual vai ser a tua. A minha é não querer dar continuidade ao que parei."
x
Nem dor, nem nada.
Só vazio.
x
Acontece que as respostas de ontem já não servem para as perguntas de hoje.
x
"He was deep like a graveyard, wired like TV."
x
"Me especializei em ser ninguém e ficar invisível, sempre no meu canto observando sem saber"
x
Vou vender ela no Mercado Livre. "Pouco danificada".
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"Eu quero saber, qual vai ser a tua. A minha é não querer dar continuidade ao que parei."
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Nem dor, nem nada.
Só vazio.
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Acontece que as respostas de ontem já não servem para as perguntas de hoje.
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"He was deep like a graveyard, wired like TV."
x
"Me especializei em ser ninguém e ficar invisível, sempre no meu canto observando sem saber"
sexta-feira, 23 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
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