Te guardo, te recolho, te encolho.
Te pego, te escondo, te estico
E aí: O grito.
Te amo e te seguro, por entre as grades
por entre o muro
por entre a fresta
do alçapão
E você entra
E faz a festa.
Me derruba, me ergue
me esconde em seus braços
me embaraça entre os teus dedos
Já não ligo para nada
já não tenho mais medos
só persisto
e ainda existo
por falta de coragem
de desistir.
(As vezes eu me arrependo de ter um blog com o título baseado em uma música d'uma banda chamada Antsy Pants. Sério, amigos, onde diabos eu estava com a cabeça?)
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de junho de 2010
Domingo.
Vai, deixa eu falar.
Este foi, sem dúvida, um dos fins de semana mais reveladores de todos. Não pelo que foi dito, mas pelo que não foi. Ouvi coisas totalmente necessárias e li coisas que me deixaram pensando por horas. E essa sensação de "Porra, então é isso!" é ótima.
Ótima mesmo.
Tem coisas que precisam (e vão acabar) logo. E é melhor que seja rápido mesmo, porque 'tou pouco me lixando para datas e o escabau a quatro. O que importa é a minha maldita opinião sobre as coisas. E que se foda.
Este foi, sem dúvida, um dos fins de semana mais reveladores de todos. Não pelo que foi dito, mas pelo que não foi. Ouvi coisas totalmente necessárias e li coisas que me deixaram pensando por horas. E essa sensação de "Porra, então é isso!" é ótima.
Ótima mesmo.
Tem coisas que precisam (e vão acabar) logo. E é melhor que seja rápido mesmo, porque 'tou pouco me lixando para datas e o escabau a quatro. O que importa é a minha maldita opinião sobre as coisas. E que se foda.
I'm not here for your entertainment
You don't really want to mess with me tonight
Just stop and take a second
I was fine before you walked into my life
Cause you know it's over
Before it began
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Não quero tagear isso.
domingo, 23 de maio de 2010
Augusto.
Ele era só uma fotografia.
Sujo, torto, idiota. Grosseiro, velho, imbecil. Beberrão.
Mas que ganhou minha afeição de imediato.
Sem som, sem cheiro. Só palavras. E aquela fotografia.
Meio sorriso, nariz torto, olhos vermelhos. A garrafa de vinho (provavelmente vazia) que repousava sobre seu colo, seu óculos pendurado descompromissadamente no colarinho.
Me apaixonei do pior jeito. Furiosamente, fervorosamente, devotamente.
Te esperava em cada sinal, esperava trombar com você a cada esquina. Sonhava com cartas, flores e abraços. Senti o gosto do vinho, o cheiro do cigarro. Masquei o mesmo chicletes, pisei na mesma calçada.
Te amei por três dias e nenhum conto de réu.
Sujo, torto, idiota. Grosseiro, velho, imbecil. Beberrão.
Mas que ganhou minha afeição de imediato.
Sem som, sem cheiro. Só palavras. E aquela fotografia.
Meio sorriso, nariz torto, olhos vermelhos. A garrafa de vinho (provavelmente vazia) que repousava sobre seu colo, seu óculos pendurado descompromissadamente no colarinho.
Me apaixonei do pior jeito. Furiosamente, fervorosamente, devotamente.
Te esperava em cada sinal, esperava trombar com você a cada esquina. Sonhava com cartas, flores e abraços. Senti o gosto do vinho, o cheiro do cigarro. Masquei o mesmo chicletes, pisei na mesma calçada.
Te amei por três dias e nenhum conto de réu.
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Não quero tagear isso.,
Rascunho
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